O amor acabou?

O casamento foi instituído por Deus para ser eterno, sendo assim, Ele oferece o Seu amor – que é capaz de sustentar os mais difíceis relacionamentos.

Fiéis até a morte no casamento

"Até que a morte os separe”. Aqueles que estão casados, certamente já ouviram esta frase ou outra semelhante que, proferida com solenidade, veio interligada à declaração de “marido e mulher”, por ocasião dos sagrados momentos de seu enlace matrimonial.

Amando sempre

É muito bom aprendermos a valorizar o que realmente sustenta a vida a dois – o amor. Pois, as colunas que elevam e sustentam o casamento são as palavras, gestos e atos de amor.

Casamento bem - sucedido

Casamento é algo Sagrado, de lealdade entre ambos, é uma parceria. É muito sério, é aliança e amor eterno, porque o Senhor determinou assim.

Divórcio, por que?

Você está se alegrando com o divórcio como se tivesse alcançado uma vitória? No entanto, já se esqueceu que um dia você prometeu amor eterno e fidelidade a esse que hoje está sendo execrado.

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21 de outubro de 2011

Testemunho de amor aos muçulmanos


Vestida com uma burca preta, tendo seu corpo coberto dos pés à cabeça, inclusive os olhos. Assim uma missionária na Jordânia há 3 anos, que não pode ter seu nome revelado por questões de segurança, começou a falar aos presentes ao culto realizado na Sede da JMM no 1º dia deste mês de março, a convite do Pr. Mayrinkellison Wanderley, Coordenador de Missões Mundiais para a África. Aos poucos ela descobriu os olhos, o rosto e por fim toda a cabeça, mostrando assim os níveis de submissão das mulheres no mundo muçulmano.

A missionária lembra o quanto sofreu no início de seu trabalho ao ver as jordanianas totalmente cobertas circulando pelas ruas, sob temperaturas altíssimas. Mas depois ela descobriu que aquelas mulheres já estavam acostumadas à burca desde pequenas. A maioria se conforma em ocupar posição inferior na sociedade.

Ela contou que para a mulher muçulmana é muito importante ter um filho homem, do contrário, corre o risco de perder o marido para outra que possa lhe dar um herdeiro. Porque diante do povo, o homem muçulmano é valorizado quando tem um menino, tanto que seu nome muda pra “Abu” (mais o nome do filho), Ou seja, “Pai de...”.

A Jordânia tem como vizinhos a Síria, o Iraque, a Arábia Saudita e tem fronteira com Israel e parte do Egito. A missionária agradece a Deus por conhecer praticamente todo o Oriente Médio, tendo visitado mais de 10 países naquela região.

Ela conta que a economia da Jordânia é baseada em serviços, mas que o rei Abdula, cuja mãe é inglesa, tem uma parceria muito forte com a Inglaterra. Ela define o jordaniano como um povo mais descontraído que os egípcios, como se fossem paulistanos e cariocas.


Uma curiosidade da Jordânia é a valorização da comida. Seu povo costuma se reunir com frequência para comer. E estes encontros acabam se tornado oportunidades para a missionária falar de Jesus às jordanianas. Ela considera que é preciso estar atenta a este segmento da cultura jordaniana.

Amor

A missionária lamenta o hábito da maioria dos ocidentais de considerar que todos os árabes são terroristas. “A grande maioria dos mais de 1 bilhão de muçulmanos é amável, carinhosa e hospitaleira”, diz.

Dentre as moças que a missionária teve a oportunidade de falar de Jesus está a filha de um líder muçulmano muito importante. Dentro de sua religião, ele costuma bater com a cabeça numa pedrinha durante suas orações. A testa tem uma espécie de afundamento por conta disso. Mesmo diante de tal radicalismo, a missionária conseguiu entregar uma bíblia à filha dele. A moça pegou o livro com todo o respeito, considerando-o realmente muito precioso e sagrado e se comprometeu em lê-lo.

A missionária sempre procurou buscar situações em que pudesse se aproximar daquelas mulheres e assim ter uma oportunidade para falar-lhes da graça do Pai. O relacionamento que começava com uma pequena atitude acabava se transformando numa grande amizade e a missionária conquistava a confiança e o respeito daquelas mulheres. Tanto é que na sua despedida de uma vila, um grupo de mulheres fechou a rua e se colocou diante da kombi da equipe em que estava a missionária, pedindo para que ela não fosse embora. “Foi uma experiência muito impactante, pois eu havia acabado de chegar à região. A minha liderança disse que nunca havia visto algo parecido. Não é em vão que a igreja brasileira está investindo na vida de missionários. Não podemos perder tempo. Deus quer fazer uma grande obra através de nós”, disse a missionária.

A missionária também realiza um trabalho com alunos de uma escola no interior. Ela conta que certa vez sonhou que pregava e o público era formado apenas por crianças, que corriam para abraçá-la ao final da mensagem. No dia se questionou sobre o que poderia ser aquele sonho. Dois dias depois veio a resposta: sua liderança a convidou para ajudar no trabalho com as crianças. Mais tarde ela trabalhou com jovens, quando conheceu um rapaz que teve o rosto cortado por seus colegas muçulmanos só porque ainda estava indeciso se seguiria o islamismo ou o cristianismo.

“Um levantamento feito na virada do ano 2000 mostra que a maioria das agências missionárias investia na época uma média de 10 bilhões de dólares, anualmente, na evangelização do mundo. Enquanto isso, no mesmo período, os muçulmanos já tinham investido cerca de 83 bilhões de dólares para islamizar as nações. Eles não estão de brincadeira. Lembre-se que o seu trabalho, o seu investimento e as suas orações em prol de missões não são em vão. Os missionários estão nos campos e muitos não podem testemunhar sobre suas atividades, porque correm sério risco de perseguição. Há certas coisas que acontecem no campo que eu nunca poderei contar para não colocar em perigo a vida daqueles que se dedicam em pregar o Evangelho. Eu tenho certeza que o Senhor da seara ainda nos mostrará os frutos de todo esse investimento, para a glória do nome Dele”, encerra.

Que possamos orar pelos missionários que estão dando suas vidas por amor à Deus.

Fonte: Junta de Missões Mundiais

16 de outubro de 2011

Vamos orar pela Eritreia?



Todas as igrejas evangélicas estão fechadas desde uma lei em 2002. Mais de 2.800 cristãos estão na prisão, e seus familiares não têm notícias deles há meses e anos.
A Igreja e a Perseguição Religiosa
A Igreja
O cristianismo chegou ao país em 34 d.C., através de um tesoureiro do reino de Sabá, mas foi difundido com mais eficiência e rapidez no século IV d.C. O cristianismo ortodoxo (Tewahdo) é o mais praticado pelos eritreus: outros grupos cristãos, como católicos e protestantes, só chegaram ao país após 1890 com o domínio italiano. Os cristãos são basicamente ortodoxos e quase inteiramente da etnia tigrínia. As igrejas evangélicas estão crescendo, mas são limitadas em recursos para treinamento e evangelismo. 
O governo exige que os grupos religiosos se registrem, mas não aprova nenhum registro, desde 2002, além dos quatro principais grupos religiosos: a Igreja Ortodoxa da Eritreia, a Igreja (luterana) Evangélica da Eritreia, o Islã e a Igreja Católica Romana. Os demais grupos religiosos não têm permissão para se reunir ou atuar livremente no país e quando o fazem são perseguidos.
A perseguição
Os cristãos estão sofrendo a pior perseguição de toda a história da Eritreia.
A Constituição de 1997 prevê liberdade religiosa, no entanto, ela ainda não foi implementada. Assim, não é permitida a distribuição de Bíblias no Exército e nas escolas.
Desde setembro de 2001, foi suspensa definitivamente toda impressão de materiais religiosos (papéis e livros devocionais ou particulares etc.).
Desde maio de 2002, todas as igrejas evangélicas estão fechadas por ordem do governo e precisam de autorização para funcionar. A prática de prender aqueles que se reúnem ou exercem qualquer outra atividade religiosa sem a autorização do governo já causou a prisão de mais de dois mil cristãos. Eles são mantidos em condições desumanas, presos em contêineres de metal ou em celas subterrâneas.
Os evangélicos não têm personalidade jurídica e, até agora, os registros para suas igrejas não foram concedidos. Atualmente, a igreja evangélica reúne-se ilegalmente nas casas. O governo controla as escolas que eram cristãs e reluta em registrar outras. Em 2002, o governo do presidente Isaías Afworki fechou as 12 igrejas protestantes independentes da Eritreia, proibindo suas congregações de se reunir até mesmo em casas. Desde então, pastores, soldados, mulheres, adolescentes, crianças e idosos foram presos quando surpreendidos em uma reunião, lendo a Bíblia e orando em grupos. O estado reconhece somente quatro instituições religiosas "históricas" no país, a saber: o islamismo e as igrejas ortodoxa, católica e luterana evangélica.
Dois líderes-chave da Igreja do Evangelho Pleno, uma das maiores denominações pentecostais da Eritreia, foram presos às seis horas da manhã de 23 de maio de 2004, em suas casas, em Asmara. Durante as detenções, os policiais confiscaram as chaves dos gabinetes pastorais, ameaçando verbalmente suas esposas. Haile Naizgi, que exerce o cargo de  presidente da Igreja do Evangelho Pleno e o Dr. Kifle Gebremeskel, como presidente da Aliança Evangélica na Eritreia, estão presos em Asmara sem nenhum contato com suas famílias ou visitantes.
Na mesma época, uma cantora cristã eritreia também foi presa, em uma operação do Ministério da Defesa, apesar de ter cumprido seu serviço militar e nacional obrigatório. Helen Berhane era membro da Igreja Rema e havia lançado um CD que se tornara popular entre os jovens. Ela não atendeu às exigências: assinar um documento renegando sua fé em Cristo, prometendo não cantar mais, não compartilhar sua fé em Cristo e não realizar quaisquer atividades cristãs na Eritreia.
Por isso, Helen ficou presa até o início de 2007. Ela saiu do país clandestinamente naquele ano e conseguiu asilo na Dinamarca, onde mora com sua filha.
História e Política
A Eritreia divide-se em quatro principais regiões fisiográficas: a planície costeira do mar Vermelho; o planalto centro-sul, que forma o núcleo do país; as colinas das áreas norte e centro-oeste; e os amplos planaltos ocidentais. Seu nome remete ao antigo nome dado ao Mar Vermelho em latim: Mare Erythraeum. Segundo descobertas mais recentes da arqueologia, os povos que habitavam essa região datam de milhares de anos a.C. A bíblia se refere aos povos que viveram nessa região (Eritreia, Etiópia, Somália) como etíopes.
No século VIII a.C., apareceu uma civilização urbana no planalto da Eritreia, relacionada ou  talvez formada por uma parte do reino antigo de Sabá. Dessa sociedade relacionada com os povos semíticos na Arábia meridional surgiu a civilização de Axum, em que se baseia a maior parte da história e cultura do país. Axum chegou a ser o maior centro de poder na região do Mar Vermelho. Produzia sua própria moeda, sistema alfabético, dominando as terras e o comércio de toda a região e adotando o cristianismo no século III d.C. Os europeus desse tempo chamavam de Etiópia (o nome dum país mítico e lendário na literatura grega) todas as terras ao sul do Egito, sem distinguir reinos.
O surgimento do Islã na Arábia, do outro lado do Mar Vermelho, debilitou até certo ponto o reino cristão de Axum. A Eritreia viveu sob assédio constante de muitos povos. Os otomanos subjugou o país com a intenção de dominar todo o leste da África. Os egípcios queriam o território eritreu, porque o país contém mais de mil quilômetros da costa do Mar Vermelho e, estrategicamente, seria importante para o comércio no Mar Mediterrâneo e no Canal de Suez.
No século XIX, com o neocolonianismo das potências europeias sobre os países da África, a Eritreia se tornou colônia da Itália. De 1890 a 1941 os italianos dominaram o país, mas ao fim da Segunda Guerra Mundial perderam a autonomia sobre o território para a Grã-Bretanha, que, por interesses políticos e econômicos, juntamente com os EUA e a ONU, unificou seu território ao da vizinha Etiópia como países confederados e sob a administração do rei etíope. Hoje, é evidente por todo o país a influência da colonização italiana nas fábricas, igrejas, cinemas, pizzarias, cafés etc. Asmara, capital do país, foi também a capital das colônias italianas no leste da África. Em 1961, o rei etíope cancelou o acordo da ONU, que unira os dois países sob uma federação, fechou o parlamento eritreu e declarou a Eritreia uma província da Etiópia. Esse posicionamento do governo etíope levou a uma guerra pela independência da Eritreia, que durou 30 anos.
A Eritreia foi o último país africano a declarar sua independência (1991), reconhecida pela ONU em 1993.
Em 1998, Eritréia de Etiópia entraram em guerra (fomentada por países do ocidente, que não se contentavam com a política Eritreia e com sua autossuficiência econômica), devido às divergências sobre suas fronteiras. Essa guerra durou até o ano 2000 e estima-se que mais de 300 mil pessoas morreram. Após a independência, a Eritreia tinha estabelecido uma economia crescente e saudável, mas a guerra de 1998-2000 com a Etiópia teve um grande impacto negativo sobre a economia e os investimentos. Uma parcela significativa de seu território no oeste e sul, onde a agricultura era fonte importante de renda, foi ocupada pela Etiópia. Durante esse período, mais de um milhão de eritreus foram deslocados, embora quase todos tenham sido reassentados em 2007. 
A política exercida na Eritreia é autoritária e unipartidária. O país é governado, desde 1993, pelo presidente Isaías Afewerki, que tem o poder legislativo e judiciário em suas mãos, e pela Frente Popular por Democracia e Justiça (FPDJ). Outros grupos políticos são proibidos de se organizar como partidos e desde a independência do país, em 1993, nunca houve eleições.
População
A população da Eritreia é formada por muitos grupos étnicos: o maior deles é o tigrínia, cuja maioria é cristã. Cerca de 59% da população é alfabetizada, mas metade vive abaixo da linha da pobreza. Toda a população adulta do país (homens e mulheres com mais de 18 anos) deve servir obrigatoriamente nas forças armadas por, pelo menos, 6 meses.
Devido à falta de liberdade política e religiosa, muitos jovens estão fugindo para países vizinhos. O governo costuma punir com severas multas as famílias das pessoas que fugiram do país. De acordo com a ONU,  duas em cada três eritreus sofrem de desnutrição, porém o governo restringe a ajuda de grupos humanitários para limitar a influência externa.
Economia
Cerca de 80% da população do país está envolvida na agricultura de subsistência; a economia do país é totalmente controlada pelo partido que governa o país, a Frente Popular por Democracia e Justiça (FPDJ). Devido à sua economia fechada, poucas empresas privadas permanecem no país.
O futuro econômico da Eritreia depende da sua capacidade de administrar bem os problemas sociais, como o alto índice de analfabetismo, de desemprego, de baixas qualificações e da disposição do governo em investir em uma economia de mercado.
A Eritreia é um país pouco conhecido, apesar de sua localização, no Chifre da África. Faz fronteira com o Sudão e a Etiópia, teve sua independência reconhecida somente em 1993.
Desde então, a situação dos cristãos se tornou difícil, pois teve início um período de intensa perseguição. Calcula-se que mais de dois mil cristãos estejam hoje, presos em contêineres de metal, assim como aconteceu com a cantora Helen Berhane, que desembarcou ontem (15) no Brasil para dar o seu testemunho. 

Pedidos de Oração
• O Governo da Eritreia vê o cristianismo como forma de ameaça ao poder. Ore pelo governo do país, para que não haja corrupção e para que toda opressão, seja de qual ordem for, retroceda! E que seja um novo tempo para a Igreja de Cristo eritreia.
• Ore pela Eritreia, para que a glória de Deus resplandeça e o país seja conhecido pelo acolhimento e amor de Cristo.
• Jesus nos ensina a orar por aqueles que nos perseguem e nos maltratam; os guardas das prisões na Eritreia são vistos como estas pessoas. Eles se sentem solitários, já que não conseguem, pelo tanto de trabalho, constituir uma família ou uma vida social saudável... descontam a fúria nos prisioneiros. Ore pelos guardas, que muitas vezes são os opressores e perseguidores, que na raiva ferem os prisioneiros e os maltratam, gerando consequências graves e permanentes.
• A ONU têm se preocupado com o desrespeito dos Direitos Humanos e a situação da Eritreia. Ore para que este órgão tenha sabedoria e consiga agir em favor das vidas que tanto sofrem por causa do descaso com os Direitos Humanos.
• A Igreja na Eritreia enfrenta forte oposição do Governo, mas na Palavra está escrito que contra a Igreja “as portas do inferno não prevalecerão” (Mateus 16.18). Ore pela Igreja e pelos cristãos locais, para que consigam se reunir e adorar ao Senhor sem medo.
• Ore pelos presos – tanto em contêiner como na prisão subterrânea – pois o estado de saúde deles é deplorável. Há relatos de psicose, demência, insanidade, maus tratos, dor e morte. Ore para que eles conheçam e vivam Cristo, sintam o Seu refrigério e cuidado mesmo em meio ao impossível.
• Ore pelas famílias dos prisioneiros. Ore para que elas conheçam a Cristo mesmo em meio à dor e sofrimento de estarem separadas de seus familiares. Ore pela restauração e cura, do Senhor, nos relacionamentos entre os que estiveram presos e voltaram ao lar esperando um acolhimento amoroso.
• Ore pelas conversões na Eritreia. Por causa das agressões, muitos novos convertidos têm medo de continuarem seguindo a Cristo. Ore para que haja força e coragem para esta escolha e para que sejam guardados pelo Senhor, em todos os caminhos.
• Ore para que os prisioneiros perdoem seus agressores. Ore para que Cristo ministre a eles o perdão e haja cura, restauração e conversões nas prisões da Eritreia.
• Ore pelos exilados. Segundo a ONU, todo país que receber um eritreu não deve deportá-lo, mas infelizmente isso não acontece. Ore para que os eritreus achem abrigo em outros países e conheçam o amor e refrigério de Jesus Cristo, ao se renderem e testemunharem  fielmente a Palavra.
Notícia tirada do site das Portas Abertas
http://www.portasabertas.org.br/
Nossos amados irmãos perseguidos contam com nossas orações, pois é o mínimo que podemos fazer por eles.

15 de outubro de 2011

Cristãos secretos



Cristãos Secretos


Introdução


O pensamento a respeito dos cristãos secretos não pode, em hipótese alguma, nos remeter ao
conceito de agentes secretos. Os agentes secretos têm sua identidade preservada para fins escusos ou
pouco ortodoxos. Não é esta a realidade dos cristãos secretos. Estes têm endereço fixo, identidade religiosa definida e principalmente a marca de todo o cristão: PERSEVERANÇA em Cristo Jesus.


Entender o contexto dos cristãos secretos é um desafio para nós no Brasil, afinal somos um povo (cristão) cujo crescimento é visível e que tem a liberdade de exercício da fé garantida na Constituição. Graças a Deus, a fé cristã no Brasil não sofre perseguição escancarada de governos, religiões, partidos políticos ou de qualquer outra natureza social.


Os cristãos secretos estão numa esfera incomum a nós no Brasil, portanto cabe a nós entendêlos.


Secretos por quê?


No boletim “Vamos Orar” – publicação mensal da Missão Portas Abertas que tem por objetivo mobilizar os cristãos brasileiros em oração pelos cristãos perseguidos – de fevereiro de 2011, há um pedido de oração pela igreja na Indonésia:


“Clame pelos cristãos secretos da Indonésia. Alguns deles pertencem a grupos tribais com fortes tradições islâmicas, que têm o costume de castigar os que se convertem a qualquer outra religião. Quando essas tribos descobrem novos convertidos, os expulsam da família e da comunidade.”


O que vemos neste pedido de oração é uma realidade que transcende elementos meramente sociais; há um forte componente espiritual neste contexto indonésio. Imagine que, para ser crente em Cristo Jesus em determinada região da Indonésia, nosso irmão ou irmã em Cristo terá de conviver com a possibilidade concreta de sofrer castigo (do ponto de vista físico e mental) e afastamento do convívio social histórico – o que não deixa de ser um trauma profundo – como, por exemplo, a distância de amigos, parentes e principalmente da família. 


Talvez após refletirmos sobre este drama consigamos entender um pouco do que o SENHOR JESUS disse a respeito de o que esta fé implicaria a
seus seguidores: 
“Se o mundo os odeia, tenham em mente que antes me odiou” - João 15.18.


O primeiro passo para se entender a realidade dos cristãos secretos, portanto, é conhecê-los e nos colocarmos no lugar deles ainda que estejamos a milhares de quilômetros. 


Para conhecê-los, devemos orar sempre por eles. Quando há intensidade na oração pelos cristãos secretos, os “por quês?”  são substituídos pela grande marca cristã: PERSEVERANÇA. Eles perseveram, esperam e se
alegram. Nós, a exemplos deles, ainda que numa realidade diferente, também podemos perseverar orando e esperando pacientemente com alegria no SENHOR.


Mobilização


Quando perguntarmos aos cristãos secretos: “O que vocês precisam?” Nós não ouviremos outra resposta que não seja “orem por nós”.


A Missão Portas Abertas tem a oração pelos cristãos secretos como uma das grandes vias de acesso entre cristãos livres (e é sempre bom entender o termo livre do ponto de vista de exercício da fé, pois tanto eles como nós somos livres em Cristo Jesus) e os cristãos secretos.


O princípio da oração pelos santos explícito no Novo Testamento é um dos pilares que a Portas Abertas preza em seus valores centrais. Há, contudo, outras formas de engajamento na causa dos cristãos secretos:

Porque o sofrimento deles é o meu sofrimento?


“Há muitos membros, mas um só corpo” - 1 Co 12.20. “Quando um membro sofre, todos os outros
sofrem com ele; quando um membro é honrado, todos os outros se alegram com ele” - 1 Co 12.26. 


Se eu entendo que a causa dos cristãos secretos é minha, eu estou mobilizado com eles, unido de alma como disse Paulo a respeito dos filipenses.


Ajudá-los financeiramente porque muitos são desfavorecidos.


Não obstante o fato de a maioria dos países onde a fé cristã sofre severas restrições ser composta de países pobres, o que dizer então dos nossos irmãos nesses países. Tomemos por exemplo os cristãos no Egito. O Egito é um país pobre, lugar em que a maioria esmagadora da população vive com cerca de R$ 2,00 por dia, o que representa em média R$ 60,00 por mês, ou seja, cerca de 9% do salário mínimo brasileiro. Se a população em geral no Egito vive com cerca de R$ 60,00 por mês, certamente a realidade dos cristãos de lá sugere fortemente que eles passam maior necessidade. 


O princípio neotestamentário de auxiliar os santos em suas necessidades é mais que presente no trabalho que a Portas Abertas realiza em várias partes do mundo.


Encontrar os cristãos secretos.


Entre orar pelos cristãos secretos e enviar ajuda financeira a eles, o ideal é que se faça ambos.


Mas, certamente, olhar em seus rostos, conhecer suas vilas, cidades e igrejas, é bem diferente. A Portas Abertas desenvolve a possibilidade de você e eu abraçarmos os irmãos dessas nações pessoalmente, provando que o Corpo de Cristo é um só, porém de muitos membros que se amam e têm este amor nutrido pelo grande amor de Deus.


A mobilização em favor dos cristãos secretos, se dá em quatro
aspectos:


• Oração
• Conhecimento de causa
• Ajuda financeira
• Encontro com cristãos secretos


Que o SENHOR do Reino nos abençoe nesta nobre missão. Amém!


Que não sejamos frios em relação aos nosso irmãos que estão dando suas próprias vidas por amor à Jesus.


Fonte: http://www.portasabertas.org.br/

"Amada, o nosso bom testemunho de vida cristã começa dentro do nosso lar".
QUAL O PAPEL DO MARIDO E DA MULHER DENTRO DO LAR?


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